- •Viagem pela cenografia
- •Viagem pela conceituação da cenografia
- •Viagem na poesia
- •Viagem pela cenografia da Grécia ao Brasil
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- •Viagens propostas...
- •Teatro italiano
- •Cenografia no Brasil
- •Viagem pelo Teatro do Absurdo
- •Viagem na desconstrução (interrompemos sua leitura para uma citação de clarice lispector de cabeça pra baixo)
- •Navegando na internet
- •Televisão (Titãs)
- •Naquele banco
- •(Pracinha do Setor de aulas I da ufrn)
- •Fim da Viagem
Teatro italiano
Criação da “quarta parede”
Divisão entre palco e plateia.
O palco italiano resgata o sistema de cortinas do teatro romano, invertendo a cortina frontal,.
Cenografia no Brasil
Evolução lenta do Teatro no Brasil
No final da década de 40 o (TBC) Teatro Brasileiro de Comédia fundado em 1948, foi o marco do estudo da cenografia no Brasil
O empresário Franco Zampara trouxe da Itália vários profissionais para trabalhar com teatro
Rogério Jacob, Jânio Rato e trouxeram cenotécnicos
A partir daí começa a formação e o pensamento para uma cenografia
A partir do TBC no final dos anos 50 surgiram companhias preocupadas com a cenografia
Evolução com a quantidade de espetáculos e pensamento de produção mais planejada
Viagem pelo Teatro do Absurdo
Teatro do absurdo foi a designação criada em 1961 pelo crítico húngaro, radicado na Inglaterra, Martin Esslin (1918-2002), tentando sintetizar uma definição que agrupasse as obras de dramaturgos de diversos países que, apesar de serem completamente diferentes em suas formas, tinham como centro de sua obra o tratamento inusitado de aspectos inesperados da vida humana.
Embora o termo seja aplicado a uma vasta gama de peças de teatro, algumas características coincidem em muitas das peças: um sentido tragicómico, estrutura muitas vezes semelhante ao do Vaudeville, com quadros não necessariamente conectados; alternância entre elementos cômicos e imagens horríveis ou trágicas; personagens presas a situações sem solução, forçadas a executar ações repetitivas ou sem sentido, diálogos cheios de clichês, jogo de palavras e “nonsense”, enredos que são cíclicos ou absurdamente expansivos e paródia ou desligamento da realidade
Viagem na desconstrução (interrompemos sua leitura para uma citação de clarice lispector de cabeça pra baixo)
Navegando na internet
Durante as viagens que fizemos, navegamos bastante pela internet para conseguir amplificar nosso repertório de conhecimento sobre a cenografia. Dois dos vídeos que vimos foram “A desconstrução do espaço cênico: caixa preta e outros espaços” e “A desconstrução do espaço cênico: profissão cenógrafo”. Por meio desses vídeos conseguimos entender através de outros olhares como a cenografia funciona, bem como a importância do trabalho do cenógrafo na construção da cena.
Viagem na desconstrução esse diário é patrocinado pelas cervejas crystal e itaipava! confira a promoção!
Viagens propostas...
- Experimento 0: Percepção do Teatro do Absurdo e a relação com o contemporâneo.
Nessa viagem, pensamos em relacionar o Teatro do absurdo com o programa “Tá no ar: a tv na tv”, posto que ambos “brincam” com a própria linguagem cenográfica, amplificando elementos das cenas e trazendo à tona, de maneira hiperbólica e cômica, a realidade do que ocorre de fato na vida e na TV.
Achei interessante a relação que algumas pessoas fizeram com os programas policiais. O “Tá no ar” também satiriza esse tipo de programa que propaga o ódio gratuito e banaliza os sentimentos.
